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Revisão Sistemática: Fatores associados a diretrizes de alta qualidade para o manejo farmacológico de doenças crônicas na Atenção Primária

Esta revisão sistemática procurou mensurar a qualidade das diretrizes clínicas para o manejo farmacológico de enfermidades não-transmissíveis na Atenção Primária à Saúde (APS), e identificar fatores associados às diretrizes de alta qualidade.

A iniciativa se deu por reconhecer que diante do elevado número de publicações atuais que reportam achados conflitantes, os profissionais médicos necessitam apoiar suas práticas em diretrizes clínicas. Porém, sinalizam os autores, diferentes diretrizes têm diferentes níveis de qualidade.

Foram revisadas 421 diretrizes – publicadas entre 2011 e 2017 em importantes repositórios internacionais de publicações médicas –, através  da aplicação do Instrumento de Avaliação para a Apreciação de Diretrizes de Pesquisa (Appraisal of Guidelines for Research and Evaluation Instrument – AGREE II).

Do total de diretrizes revisadas, 23,5% (99) foram identificadas como de alta qualidade. As principais fortalezas encontradas foram a “clareza de apresentação” e o “alcance e propósito das diretrizes”, enquanto as deficiências mais comumente achadas foram a “aplicabilidade” e o “rigor no desenvolvimento” das mesmas.

Através de uma regressão logística múltipla se avaliaram os fatores associados à alta qualidade das diretrizes. Os fatores apontados como associados à alta qualidade em diretrizes clínicas foram terem sido “desenvolvidas em instituições governamentais”, “grande número de autores” (mais de 20), e “relatarem as fontes de financiamento”.

O estudo foi realizado por dez autores de universidades públicas do Brasil, a pedido do Grupo de Pesquisa em Doenças Crônicas e Decisões Informadas (Chronic Diseases and Informed Decisions – CHRONIDE Group).

Para ler o artigo na integra, clique aqui.

Por Diana Ruiz e Valentina Martufi – doutorandas que contribuem para a REDE APS

Rede APS

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